Triste, tristinha.
A mosca do cocô do cavalo do bandido.
Um lixo.
Um nada. O nada.
Down.
... Alguém anotou a placa do caminhão que me atropelou hoje?
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Entre ser feliz e ter razão
Recebi este texto por e-mail. Não sei quem é o autor, mas achei bastante interessante. É uma pequena (e simples) lição de vida. Afinal, o que queremos realmente, ser feliz ou ter razão? Precisamos aprender que uma coisa não depende da outra...
Oito da noite numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem a certeza de que é à direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mau humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber:
- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.
MORAL DA HISTÓRIA: Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: “Quero ser feliz ou ter razão?”
Oito da noite numa avenida movimentada.
O casal já está atrasado para jantar na casa de uns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro.
Ela orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda.
Ele tem a certeza de que é à direita.
Discutem.
Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mau humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira à direita e percebe que estava errado.
Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber:
- Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.
E ela diz:
- Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite.
MORAL DA HISTÓRIA: Esta pequena história foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: “Quero ser feliz ou ter razão?”
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Um texto da Lya Luft
Recebi o texto abaixo por e-mail. É uma boa reflexão. Mudemos!
Mês passado participei de um evento sobre as mulheres no mundo contemporâneo .
Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.
E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi.
Foi um momento inesquecível...
A platéia inteira fez um 'oooohh' de descrédito.
Aí fiquei pensando: 'pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?'
Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado 'juventude eterna'. Estão todos em busca da reversão do tempo.
Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.
Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada.
A fonte da juventude chama-se "mudança".
De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.
A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas.
Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.
Mudança, o que vem a ser tal coisa?
Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho.
Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.
Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos.
Rejuvenesceu.
Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol.
Rejuvenesceu.
Toda mudança cobra um alto preço emocional..
Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza.
Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.
Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.
Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
Olhe-se no espelho...
Mês passado participei de um evento sobre as mulheres no mundo contemporâneo .
Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.
E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi.
Foi um momento inesquecível...
A platéia inteira fez um 'oooohh' de descrédito.
Aí fiquei pensando: 'pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?'
Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado 'juventude eterna'. Estão todos em busca da reversão do tempo.
Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas.
Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada.
A fonte da juventude chama-se "mudança".
De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora.
A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas.
Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.
Mudança, o que vem a ser tal coisa?
Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho.
Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.
Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos.
Rejuvenesceu.
Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol.
Rejuvenesceu.
Toda mudança cobra um alto preço emocional..
Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza.
Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.
Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna.
Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
Olhe-se no espelho...
Quase um segundo (by Herbert Vianna)
Eu queria ver no escuro do mundo
Aonde está o que você quer
Pra me transformar no que te agrada
No que me faça ver
Quais são as cores e as coisas pra te prender
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa?
Ás vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo mais
Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo
Tudo que não me deixa em paz
Quais são as cores e as coisas pra te prender?
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa?
Aonde está o que você quer
Pra me transformar no que te agrada
No que me faça ver
Quais são as cores e as coisas pra te prender
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa?
Ás vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo mais
Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo
Tudo que não me deixa em paz
Quais são as cores e as coisas pra te prender?
Eu tive um sonho ruim e acordei chorando
Por isso eu te liguei
Será que você ainda pensa em mim?
Será que você ainda pensa?
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Teatro dos Vampiros (by Renato Russo)
Sessão nostalgia... Hoje eu estou me sentindo meio como essa música...
Sempre precisei de um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto
E destes dias tão estranhos
Fica a poeira se escondendo pelos cantos.
Este é o nosso mundo:
O que é demais nunca é o bastante
E a primeira vez é sempre a última chance.
Ninguém vê onde chegamos:
Os assassinos estão livres, nós não estamos.
Vamos sair - mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão procurando emprego
Voltamos a viver como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas.
Vamos lá, tudo bem - eu só quero me divertir.
Esquecer, dessa noite ter um lugar legal p'rá ir
Já entregamos o alvo e a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas possam se encontrar.
Quando me vi tendo de viver comigo apenas
E com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo, eu, homem feito
Tive medo e não consegui dormir.
Comparamos nossas vidas
E mesmo assim, não tenho pena de ninguém.
Sempre precisei de um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto
E destes dias tão estranhos
Fica a poeira se escondendo pelos cantos.
Este é o nosso mundo:
O que é demais nunca é o bastante
E a primeira vez é sempre a última chance.
Ninguém vê onde chegamos:
Os assassinos estão livres, nós não estamos.
Vamos sair - mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos estão procurando emprego
Voltamos a viver como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas.
Vamos lá, tudo bem - eu só quero me divertir.
Esquecer, dessa noite ter um lugar legal p'rá ir
Já entregamos o alvo e a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas possam se encontrar.
Quando me vi tendo de viver comigo apenas
E com o mundo
Você me veio como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo, eu, homem feito
Tive medo e não consegui dormir.
Comparamos nossas vidas
E mesmo assim, não tenho pena de ninguém.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Ah, nem!!! pro Enem
É isso que dá ter um presidente semianalfabeto... A prova que deveria substituir o vestibular da maioria das universidades federais é um fiasco. Pelo segundo ano consecutivo, o Enem apresenta problemas.
"Perfeitamente normal, são milhões de candidatos", dirão alguns.
"Toda prova tem problemas", dirão outros.
Sim, toda prova tem problemas. Em uma ou duas questões. Não em um terço da prova. O Enem é uma vergonha. É uma vergonha que as universidades federais tenham sido praticamente obrigadas a aceitar essa prova vexamosa como critério de seleção dos seus estudantes.
A proposta do governo é "ensino público, gratuito e de qualidade". Mas, com o aumento indiscriminado no número de vagas do REUNI, e a seleção por uma prova com a qualidade do Enem, o último quesito não tem como ser garantido. Qualidade? Temo pelos nossos futuros profissionais... Daqui a três, quatro, ou cinco anos, quando este pessoal que ingressa hoje na universidade estiver se formando, vão aparecer os problemas. E quem sabe aí nossos governantes vão perceber que o mais importante é a formação básica, o Ensino Fundamental e o Médio, que de nada adianta "empurrar" qualquer pessoa para dentro da universidade...
O jeito é esperar. E rezar para que o estrago seja menor do que está caminhando para ser...
"Perfeitamente normal, são milhões de candidatos", dirão alguns.
"Toda prova tem problemas", dirão outros.
Sim, toda prova tem problemas. Em uma ou duas questões. Não em um terço da prova. O Enem é uma vergonha. É uma vergonha que as universidades federais tenham sido praticamente obrigadas a aceitar essa prova vexamosa como critério de seleção dos seus estudantes.
A proposta do governo é "ensino público, gratuito e de qualidade". Mas, com o aumento indiscriminado no número de vagas do REUNI, e a seleção por uma prova com a qualidade do Enem, o último quesito não tem como ser garantido. Qualidade? Temo pelos nossos futuros profissionais... Daqui a três, quatro, ou cinco anos, quando este pessoal que ingressa hoje na universidade estiver se formando, vão aparecer os problemas. E quem sabe aí nossos governantes vão perceber que o mais importante é a formação básica, o Ensino Fundamental e o Médio, que de nada adianta "empurrar" qualquer pessoa para dentro da universidade...
O jeito é esperar. E rezar para que o estrago seja menor do que está caminhando para ser...
Ser cuidada
Tudo o que eu queria no último final de semana era alguém que cuidasse de mim.
Normalmente, sou muito independente (às vezes, até demais), não gosto de ninguém se metendo na minha vida, dando palpite nas minhas decisões. E o que eu decido, está decidido. As pessoas gostem ou não... Além do mais, sou profissional da área da saúde, estou acostumada (e treinada) a cuidar das outras pessoas.
Mas, no último final de semana (e ainda hoje, por que não?), tudo o que eu queria era alguém que cuidasse de mim. Alguém que tomasse todas as decisões por mim. Alguém que estivesse ao meu lado pelo simples fato de estar ao meu lado.
É estranho como ficamos vulneráveis quando estamos doentes. Principalmente quando não costumamos ficar doentes. Ah, sim! Tem a rinite alérgica que é frequente, mas já estou acostumada... Nem considero doença mais. Dureza é quando ficamos nos sentindo um zumbi. O corpo pesa até para sair da cama. A cabeça e a garganta doem. Você tosse até sentir dor no corpo todo. A febre provoca suadeira, mal estar e resseca os lábios. O nariz fere de tanto ser assoado. Não dá vontade de sair da cama.
E tudo o que eu queria, e não tinha, era alguém que cuidasse de mim.
Sim, existe algo pior do que estar doente. É estar doente E sozinha...
Normalmente, sou muito independente (às vezes, até demais), não gosto de ninguém se metendo na minha vida, dando palpite nas minhas decisões. E o que eu decido, está decidido. As pessoas gostem ou não... Além do mais, sou profissional da área da saúde, estou acostumada (e treinada) a cuidar das outras pessoas.
Mas, no último final de semana (e ainda hoje, por que não?), tudo o que eu queria era alguém que cuidasse de mim. Alguém que tomasse todas as decisões por mim. Alguém que estivesse ao meu lado pelo simples fato de estar ao meu lado.
É estranho como ficamos vulneráveis quando estamos doentes. Principalmente quando não costumamos ficar doentes. Ah, sim! Tem a rinite alérgica que é frequente, mas já estou acostumada... Nem considero doença mais. Dureza é quando ficamos nos sentindo um zumbi. O corpo pesa até para sair da cama. A cabeça e a garganta doem. Você tosse até sentir dor no corpo todo. A febre provoca suadeira, mal estar e resseca os lábios. O nariz fere de tanto ser assoado. Não dá vontade de sair da cama.
E tudo o que eu queria, e não tinha, era alguém que cuidasse de mim.
Sim, existe algo pior do que estar doente. É estar doente E sozinha...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Invictus (by William Ernest Henley)
Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.
In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.
Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds, and shall find, me unafraid.
It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll.
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Dia de sol
Hoje o dia foi uma delícia!!!
Não é sempre que Curitiba se apresenta com um céu azul, sem nuvens, o sol brilhando e nada de vento frio para estragar o dia...
Hoje foi dia de sair de casa de vestido, pernas de fora (precisando de um bronzeado, diga-se de passagem, depois do inverno... rs), sandália rasteirinha. Ir para um restaurante bem gostoso, almoçar ao ar livre, em companhia de amigos especiais.
Tudo bem, o almoço demorou, o serviço de garçons do restaurante não era lá essas coisas, mas hoje era dia de desestressar! Foi tudo divertido, sem preocupação com hora de voltar para casa, aproveitando a beleza do dia.
E depois de chegar em casa, dar uma volta de moto com meu pai postiço... Primeira volta na moto nova, uma Shadow 750cc. Muito legal!!! Nem parece que estou andando de moto, o conforto é impressionante!
É, hoje o dia foi uma delícia.
Amanhã, voltar à rotina, com céu azul ou cinzento... Mas o importante é que hoje foi muito bem aproveitado!!!
Não é sempre que Curitiba se apresenta com um céu azul, sem nuvens, o sol brilhando e nada de vento frio para estragar o dia...
Hoje foi dia de sair de casa de vestido, pernas de fora (precisando de um bronzeado, diga-se de passagem, depois do inverno... rs), sandália rasteirinha. Ir para um restaurante bem gostoso, almoçar ao ar livre, em companhia de amigos especiais.
Tudo bem, o almoço demorou, o serviço de garçons do restaurante não era lá essas coisas, mas hoje era dia de desestressar! Foi tudo divertido, sem preocupação com hora de voltar para casa, aproveitando a beleza do dia.
E depois de chegar em casa, dar uma volta de moto com meu pai postiço... Primeira volta na moto nova, uma Shadow 750cc. Muito legal!!! Nem parece que estou andando de moto, o conforto é impressionante!
É, hoje o dia foi uma delícia.
Amanhã, voltar à rotina, com céu azul ou cinzento... Mas o importante é que hoje foi muito bem aproveitado!!!
Assim que se faz (Luciana Mello)
Digamos que essa música me lembra alguém... hehe!
Você vive inventando maneira
De dizer sempre não pra dizer que me quer
Tá fazendo uma grande besteira
Desistir sem saber sem tentar sem viver
Isso já tá virando novela
Não precisa assistir pra saber o final
Vem pra mim, então, eu vou lhe mostrar
Vem pra mim, então, eu vou lhe mostrar
É assim que se faz, é assim que se ama
Assim te quero tanto, eu te quero bem
Você vive inventando maneira
De dizer sempre não pra dizer que me quer
Tá fazendo uma grande besteira
Desistir sem saber sem tentar sem viver
Isso já tá virando novela
Não precisa assistir pra saber o final
Vem pra mim, então, eu vou lhe mostrar
Vem pra mim, então, eu vou lhe mostrar
É assim que se faz, é assim que se ama
Assim te quero tanto, eu te quero bem
Teimosia, persistência, insistência...
Sim. Podem me chamar de teimosa, persistente, insistente. Dêem o nome que quiserem. O que eu sei é que eu não desisto facilmente daquilo (ou de quem) eu quero. Às vezes eu quebro a cara sim (e quem não quebra???), mas vale a pena. Sempre aprendo alguma coisa nova. E, com certeza, nunca passo pelo arrependimento de ter desistido antes de ter tentado... Eu tento! Eu quero! E, quando depende só de mim, eu consigo!!!!
O problema é que muitas coisas dependem de outras pessoas... E, nessas situações, eu não posso decidir sozinha. Infelizmente. Acho que não nasci para o coletivo. Quem me dera que a minha vida só dependesse de mim...
Lets learn how to live, lets learn how to have fun, lets learn how to have good relationships... It is not easy, I know. But it is necessary... Unfortunetly...
O problema é que muitas coisas dependem de outras pessoas... E, nessas situações, eu não posso decidir sozinha. Infelizmente. Acho que não nasci para o coletivo. Quem me dera que a minha vida só dependesse de mim...
Lets learn how to live, lets learn how to have fun, lets learn how to have good relationships... It is not easy, I know. But it is necessary... Unfortunetly...
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Mulher bunda mole
Belinha acordou às seis, arrumou as crianças, levou-as para o colégio e voltou para casa a tempo de dar um beijo burocrático em Artur, o marido, e de trocarem cheques, afazeres e reclamações. Fez um supermercado rápido, brigou com a empregada que manchou seu vestido de seda, saiu como sempre apressada, levou uma multa por estar dirigindo com o celular no ouvido e uma advertência por estacionar em lugar proibido, enquanto ia, por um minuto, ao caixa automático tirar dinheiro.
No caminho do trabalho batucava ansiedade no volante, num congestionamento monstro, e pensava quando teria tempo de fazer a unha e pintar o cabelo antes que se transformasse numa mulher grisalha.
Chegando ao escritório, foi quase atropelada por uma gata escultural que, segundo soube, era a nova contratada da empresa para o cargo que ela, Belinha, fez de tudo para pegar, mas que, apesar do currículo excelente e de seus anos de experiência e dedicação, não conseguiu.
Pensou se abdômen definido contaria ponto, mas logo esqueceu a gata, porque no meio de uma reunião ligaram do colégio de Clarinha, sua filha mais nova, dizendo que ela estava com dor de ouvido e febre.
Tentou em vão achar o marido e, como não conseguiu, resolveu ela mesma ir até o colégio, depois do encontro com o novo cliente, que se revelou um chato, neurótico, desconfiado e com quem teria que lidar nos próximos meses.
Saiu esbaforida e encontrou seu carro com pneu furado.
Pensou em tudo que ainda ia ter que fazer antes de fechar os olhos e sonhar com um mundo melhor.
Abandonou a droga do carro avariado, pegou um táxi e as crianças.
Quando chegou em casa, descobriu que tinha deixado a porra da pasta com o relatório que precisava ler para o dia seguinte no escritório!
Telefonou para o celular do marido com a esperança que ele pudesse pegar os malditos papéis na empresa, mas a bosta continuava fora de área.
Conseguiu, depois de vários telefonemas, que um motoboy lhe trouxesse a porra dos documentos.
Tomou uma merda de banho, deu a droga do jantar para as crianças, fez a porcaria dos deveres com os dispersos e botou os monstros para dormir.
Artur chegou puto de uma reunião em São Paulo, reclamando de tudo. Jantaram em silêncio.
Na cama ela leu metade do relatório e começou a cabecear de sono. Artur a acordou com tesão, a fim de jogo. Como aqueles momentos estavam cada vez mais raros no casamento deles, ela resolveu fazer um último esforço de reportagem e transar.
Deram uma meio rápida, meio mais ou menos, e, quando estava quase pegando no sono de novo, sentiu uma apalpadinha no seu traseiro com o seguinte comentário:
- Tá ficando com a bundinha mole, Belinha... deixa de preguiça e começa a se cuidar..
Belinha olhou para o abajur de metal e se imaginou martelando a cabeça de Artur até ver seus miolos espalhados pelo travesseiro!
Depois se viu pulando sobre o tórax dele até quebrar todas as costelas! Com um alicate de unha arrancou um a um todos os seus dentes depois deu-lhe um chute tão brutal no saco, que voou espermatozóide para todos os lados!
Em seguida usou a técnica que aprendeu num livro de auto-ajuda: como controlar as emoções negativas.
Respirou três vezes profundamente, mentalizando a cor azul, e ponderou. Não ia valer a pena, não estamos nos EUA, não conseguiria uma advogada feminista caríssima que fizesse sua defesa alegando que assassinou o marido cega de tensão pré-menstrual...
Resolveu agir com sabedoria.
No dia seguinte, não levou as crianças ao colégio, não fez um supermercado rápido, nem brigou com a empregada. Foi para uma academia e malhou duas horas. De lá foi para o cabeleireiro pintar os cabelos de acaju e as unhas de vermelho. Ligou para o cliente novo insuportável e disse tudo que achava dele, da mulher dele e do projeto dele. E aguardou os resultados da sua péssima conduta, fazendo uma massagem estética que jura eliminar, em dez sessões, a gordura localizada.
Enquanto se hospedava num spa, ouviu o marido desesperado tentar localiza-lá pelo celular e descobrir por que ela havia sumido. Pacientemente não atendeu. E, como vingança é um prato que se come frio, mandou um recado lacônico para a caixa postal dele.
- A bunda ainda está mole. Só volto quando estiver dura. Um beijo da preguiçosa...
(Extraído do livro: Este sexo é feminino /Patrícia Travassos).
No caminho do trabalho batucava ansiedade no volante, num congestionamento monstro, e pensava quando teria tempo de fazer a unha e pintar o cabelo antes que se transformasse numa mulher grisalha.
Chegando ao escritório, foi quase atropelada por uma gata escultural que, segundo soube, era a nova contratada da empresa para o cargo que ela, Belinha, fez de tudo para pegar, mas que, apesar do currículo excelente e de seus anos de experiência e dedicação, não conseguiu.
Pensou se abdômen definido contaria ponto, mas logo esqueceu a gata, porque no meio de uma reunião ligaram do colégio de Clarinha, sua filha mais nova, dizendo que ela estava com dor de ouvido e febre.
Tentou em vão achar o marido e, como não conseguiu, resolveu ela mesma ir até o colégio, depois do encontro com o novo cliente, que se revelou um chato, neurótico, desconfiado e com quem teria que lidar nos próximos meses.
Saiu esbaforida e encontrou seu carro com pneu furado.
Pensou em tudo que ainda ia ter que fazer antes de fechar os olhos e sonhar com um mundo melhor.
Abandonou a droga do carro avariado, pegou um táxi e as crianças.
Quando chegou em casa, descobriu que tinha deixado a porra da pasta com o relatório que precisava ler para o dia seguinte no escritório!
Telefonou para o celular do marido com a esperança que ele pudesse pegar os malditos papéis na empresa, mas a bosta continuava fora de área.
Conseguiu, depois de vários telefonemas, que um motoboy lhe trouxesse a porra dos documentos.
Tomou uma merda de banho, deu a droga do jantar para as crianças, fez a porcaria dos deveres com os dispersos e botou os monstros para dormir.
Artur chegou puto de uma reunião em São Paulo, reclamando de tudo. Jantaram em silêncio.
Na cama ela leu metade do relatório e começou a cabecear de sono. Artur a acordou com tesão, a fim de jogo. Como aqueles momentos estavam cada vez mais raros no casamento deles, ela resolveu fazer um último esforço de reportagem e transar.
Deram uma meio rápida, meio mais ou menos, e, quando estava quase pegando no sono de novo, sentiu uma apalpadinha no seu traseiro com o seguinte comentário:
- Tá ficando com a bundinha mole, Belinha... deixa de preguiça e começa a se cuidar..
Belinha olhou para o abajur de metal e se imaginou martelando a cabeça de Artur até ver seus miolos espalhados pelo travesseiro!
Depois se viu pulando sobre o tórax dele até quebrar todas as costelas! Com um alicate de unha arrancou um a um todos os seus dentes depois deu-lhe um chute tão brutal no saco, que voou espermatozóide para todos os lados!
Em seguida usou a técnica que aprendeu num livro de auto-ajuda: como controlar as emoções negativas.
Respirou três vezes profundamente, mentalizando a cor azul, e ponderou. Não ia valer a pena, não estamos nos EUA, não conseguiria uma advogada feminista caríssima que fizesse sua defesa alegando que assassinou o marido cega de tensão pré-menstrual...
Resolveu agir com sabedoria.
No dia seguinte, não levou as crianças ao colégio, não fez um supermercado rápido, nem brigou com a empregada. Foi para uma academia e malhou duas horas. De lá foi para o cabeleireiro pintar os cabelos de acaju e as unhas de vermelho. Ligou para o cliente novo insuportável e disse tudo que achava dele, da mulher dele e do projeto dele. E aguardou os resultados da sua péssima conduta, fazendo uma massagem estética que jura eliminar, em dez sessões, a gordura localizada.
Enquanto se hospedava num spa, ouviu o marido desesperado tentar localiza-lá pelo celular e descobrir por que ela havia sumido. Pacientemente não atendeu. E, como vingança é um prato que se come frio, mandou um recado lacônico para a caixa postal dele.
- A bunda ainda está mole. Só volto quando estiver dura. Um beijo da preguiçosa...
(Extraído do livro: Este sexo é feminino /Patrícia Travassos).
Entre as coisas que gosto de ler e que não têm nada a ver com doutorado, crianças, e problemas de coordenação motora, estão as crônicas do Tião Martins, publicadas diariamente no jornal Hoje em Dia. Lendo algumas hoje, descobri uma que me chamou a atenção e queria compartilhar com vocês.
http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/ti-o-martins-1.168/mel-e-raz-o-1.190564
Essa tal de Mel pode ser qualquer uma de nós, mulheres, que vivemos tentando entender o complicado cérebro masculino... rsrs
Boa sorte para a Mel. Boa sorte para todas nós.
http://www.hojeemdia.com.br/cmlink/hoje-em-dia/ti-o-martins-1.168/mel-e-raz-o-1.190564
Essa tal de Mel pode ser qualquer uma de nós, mulheres, que vivemos tentando entender o complicado cérebro masculino... rsrs
Boa sorte para a Mel. Boa sorte para todas nós.
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