Na semana passada, conversando com um amigo de Minas, ele me disse: "Ana, vou te contar um segredo dos homens: o sonho de todo homem é ter ao lado uma mulher como você, bonita, inteligente, batalhadora e tal. Mas, quando a gente tem, dá um medo danado. Às vezes a gente não sabe o que fazer."
Foi uma massagem na autoestima, tenho que confessar. É muito bom ouvir, de um homem, que você é o sonho de todo homem.
Mas, ao mesmo tempo, fiquei preocupada. Fiquei pensando se estou solteira porque os homens não dão conta da "responsabilidade"... rs
sábado, 25 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Aos homens
Atenção, homens!
Doar alguns espermatozoides durante um momento de extremo prazer e um destes espermatozoides encontrar um óvulo e gerar uma criança, não faz de vocês pais!!!
Ser pai é outra coisa!
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Para refletir
"É engraçado como
depositamos tanta confiança e tanto sentimento nas pessoas. Em pessoas que
achávamos conhecer, mas, que no fim, só mostraram ser iguais a todos. E por
esperar demais, sonhar demais, criar expectativas demais, sempre acabamos nos
decepcionando e nos machucando cada vez mais."
- Dalai Lama
sábado, 4 de agosto de 2012
ABORTO É CRIME!!!!
É triste perceber que algumas pessoas ainda tratam o aborto com naturalidade. Elas precisam entender que, qualquer gestação, programada ou não, é uma dádiva de Deus. E precisam sempre lembrar que a gravidez poderia ter sido evitada, existem diversos métodos anticoncepcionais disponíveis (sendo que o mais eficiente é a abstinência... rs). Portanto, se aconteceu, não adianta "chorar sobre o leite derramado"!!!
O Aborto na visão Espírita
Revista Reformador
Campanha “Amor à Vida! Aborto, Não!”
I – Considerações Doutrinárias
A Doutrina Espírita trata clara e objetivamente a respeito do abortamento, na questão 358 de sua obra básica O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec:
Pergunta – Constitui crime a provocação do aborto, em qualquer período da gestação?
Resposta – “Há crime sempre que transgredis a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento o corpo que se estava formando”.
Sobre os direitos do ser humano, foi categórica a resposta dos Espíritos Superiores a Allan Kardec na questão 880 de O Livro dos Espíritos:
Pergunta – Qual o primeiro de todos os direito naturais do homem?
Resposta – “O de viver. Por isso é que ninguém tem o de atentar contra a vida de seu semelhante, nem de fazer o que quer que possa comprometer-lhe a existência corporal”.
Início da Vida Humana
Para a Doutrina Espírita, está claramente definida a ocasião em que o ser espiritual se insere na estrutura celular, iniciando a vida biológica com todas as suas consequências. Na questão 344 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec indaga aos Espíritos Superiores:
Pergunta – Em que momento a alma se une ao corpo?
Resposta – “A união começa na concepção, mas só é completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até ao instante em que a criança vê a luz. O grito, que o recém-nascido solta, anuncia que ela se conta no número dos vivos e dos servos de Deus.”
As ciências contemporâneas, por meio de diversas contribuições, vêm confirmando a visão espírita acerca do momento em que a vida humana se inicia. A Doutrina Espírita firma essa certeza definitiva, estabelecendo uma ponte entre o mundo físico e o mundo espiritual, quando oferece registros de que o ser é preexistente à morte biológica.
A tese da reencarnação, que o Espiritismo apresenta como eixo fundamental para se compreender a vida e o homem em tua sua amplitude, hoje é objeto de estudo de outras disciplinas do conhecimento humano que, através de evidências científicas, confirmam a síntese filosófica do Espiritismo: “Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei.”
Assim, não se pode conceber o estudo do abortamento sem considerar o princípio da reencarnação, que a Parapsicologia também aborda ao analisar a memória extracerebral, ou seja, a capacidade que algumas pessoas têm de lembrar, espontaneamente, de fatos com elas ocorridos, antes de seu nascimento. Dentro da lei dos renascimentos se estrutura, ainda, a terapia regressiva a vivências passadas, que a Psicologia e a Psiquiatria utilizam no tratamento de traumas psicológicos originários de outras existências, inclusive em pacientes que estiveram envolvidos na prática do aborto.
Aborto Terapêutico
O procedimento abortivo é moral somente numa circunstância, segundo O Livro dos Espíritos, na questão 359, respondida pelos Espíritos Superiores:
Pergunta – Dado o caso que o nascimento da criança pusesse em perigo a vida da mãe dela, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda?
Resposta – “Preferível é se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.’
(Os Espíritos referem-se, aqui, ao ser encarnado, após o nascimento.)
Com o avanço da Medicina, torna-se cada vez mais escassa a indicação desse tipo de abortamento. Essa indicação de aborto, todavia, com as angústias que provoca, mostra-se como situação de prova e resgate para pais e filhos, que experimentam a dor educativa em situação limite, propiciando, desse modo, a reparação e o aprendizado necessários.
Aborto por Estupro
Justo é se perguntar, se foi a criança que cometeu o crime. Por que imputar-lhe responsabilidade por um delito no qual ela não tomou parte?
Portanto, mesmo quando uma gestação decorre de uma violência, como o estupro, a posição espírita é absolutamente contrária à proposta do aborto, ainda que haja respaldo na legislação humana.
No caso de estupro, quando a mulher não se sinta com estrutura psicológica para criar o filho, cabe à sociedade e aos órgãos governamentais facilitar e estimular a adoção da criança nascida, ao invés de promover a sua morte legal. O direito à vida está, naturalmente, acima do ilusório conforto psicológico da mulher.
Aborto Econômico
Esse aspecto é abordado em O Livro dos Espíritos, na questão 687:
Pergunta – Indo sempre a população na progressão crescente que vemos, chegará tempo em que seja excessiva na Terra?
Resposta – “Não, Deus a isso provê e mantém sempre o equilíbrio. Ele coisa alguma inútil faz. O homem, que apenas vê um canto do quadro da Natureza, não pode julgar da harmonia do conjunto.”
Em O Evangelho segundo o Espiritismo, Cap. XXV, a afirmativa de Allan Kardec é esclarecedora: “A Terra produzirá o suficiente para alimentar a todos os seus habitantes, quando os homens souberem administrar, segundo as leis de justiça, de caridade e de amor ao próximo, os bens que ela dá. Quando a fraternidade reinar entre os povos, como entre as províncias de um mesmo império, o momentânea supérfluo de um suprirá a momentânea insuficiência de outro; e cada um terá o necessário.”
Convém destacar, ainda, que o homem não é apenas um consumidor, mas também um produtor, um agente multiplicador dos recursos naturais, dominando, nesse trabalho, uma tecnologia cada vez mais aprimorada.
O Direito da Mulher
Invoca-se o direito da mulher sobre o seu próprio corpo como argumento para a descriminalização do aborto, entendendo que o filho é propriedade da mãe, não tem identidade própria e é ela quem decide se ele deve viver ou morrer.
Não há dúvida quanto ao direito de escolha da mulher em ser ou não ser mãe. Esse direito ela o exerce, com todos os recursos que os avanços da ciência têm proporcionado, antes da concepção, quando passa a existir, também, o direito de um outro ser, que é o do nascituro, o direito à vida, que se sobrepõe ao outro.
Estudos científicos recentes demonstram o que já se sabia há muito tempo: o feto é uma personalidade independente que apenas se hospeda no organismo materno. O embrião é um ser tão distinto da mãe que, para manter-se vivo dentro do útero, necessita emitir substâncias apropriadas pelo organismo da hospedeira como o objetivo de expulsá-lo como corpo estranho.
Consequências do Aborto
Após o abortamento, mesmo quando acobertado pela legislação humana, o Espírito rejeitado pode voltar-se contra a mãe e todos aqueles que se envolveram na interrupção da gravidez. Daí dizer Emmanuel (Vida e Sexo, psicografado por Francisco C. Xavier, cap. 17, ed. FEB): “Admitimos seja suficiente breve meditação, em torno do aborto delituoso, para reconhecermos nele um dos fornecedores das moléstias de etiologia obscura e das obsessões catalogáveis na patologia da mente, ocupando vastos departamentos de hospitais e prisões”.
Mulher e homem acumpliciados nas ocorrências do aborto criminoso desajustam as energias psicossomáticas com intenso desequilíbrio, sobretudo, do centro genésico, implantando nos tecidos da própria alma a sementeira de males que surgirão a tempo certo, o que ocorre não só porque o remorso se lhes estranha no ser mas também porque assimilam, inevitavelmente, as vibrações de angústia e desespero, de revolta e vingança dos Espíritos que a lei lhes reservava para filhos.
Por isso compreendem-se as patologias que poderão emergir no corpo físico, especialmente na área reprodutora, como o desaguar das energias perispirituais desestruturadas, convidando o protagonista do aborto a rearmonizar-se com a própria consciência.
No Reajuste
Ante a queda moral pela prática do aborto não se busca condenar ninguém. O que se pretende é evitar a execução de um grave erro, de conseqüências nefastas, tanto individual como socialmente, como também sua legalização. Como asseverou Jesus: “Eu também não te condeno; vai e não tornes a pecar.” (João, 8:11.)
A proposta de recuperação e reajuste que o Espiritismo oferece é de abandonar o culto ao remorso imobilizador, a culpa autodestrutiva e a ilusória busca de amparo na legislação humana, procurando a reparação, mediante reelaboração do conteúdo traumático e novo direcionamento na ação comportamental, o que promoverá a liberação da consciência, através do trabalho no bem, da prática da caridade e da dedicação ao próximo necessitado, capazes de edificar a vida em todas as suas dimensões.
Proteger e dignificar a vida, seja do embrião, seja da mulher, é compromisso de todos os que despertaram para a compreensão maior da existência do ser.
Agindo assim, evitam-se todas as conseqüências infelizes que o aborto desencadeia, mesmo acobertado por uma legalização ilusória. “O amor cobre a multidão de pecados”, nos ensina o apóstolo Pedro (I Epístola, 4:8).
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Dói!
Eu pensei que você fosse diferente. Eu acreditei que você era especial. Mas, infelizmente, eu me enganei. Você é apenas mais um babaca egoísta, como vários outros... Tenho que concordar com você: você não é especial.
Os últimos acontecimentos me fizeram perceber que eu amava uma ilusão. Eu amava um homem que eu acreditava que existia. Amava alguém que não era real, alguém que meu coração idealizou e a quem dedicou todo amor e dedicação.
Dói. Dói muito perceber que eu amei um sonho. E, que quando acordei, estava sozinha, diante de um imbecil egoísta. EGOÍSTA. Esse é o único adjetivo que serve para te definir.
Dói. Dói perceber que, mais uma vez, estou sozinha. Aliás, que eu sempre estive sozinha. Antes, a minha companhia era um amor iludido, um amor irreal. Só que, agora, nem essa ilusão existe mais...
É, dói.
E o pior é que ainda preciso lutar para não alimentar mágoa por tudo o que você fez e disse. Pois sei bem que a mágoa que eu cultivar fará mal única e exclusivamente a mim, enquanto você não estará "nem aí". Como sempre, aliás...
Quem sabe um dia você aprenderá que o mundo não gira ao redor do seu umbigo?
Mas, por enquanto, dói.
Os últimos acontecimentos me fizeram perceber que eu amava uma ilusão. Eu amava um homem que eu acreditava que existia. Amava alguém que não era real, alguém que meu coração idealizou e a quem dedicou todo amor e dedicação.
Dói. Dói muito perceber que eu amei um sonho. E, que quando acordei, estava sozinha, diante de um imbecil egoísta. EGOÍSTA. Esse é o único adjetivo que serve para te definir.
Dói. Dói perceber que, mais uma vez, estou sozinha. Aliás, que eu sempre estive sozinha. Antes, a minha companhia era um amor iludido, um amor irreal. Só que, agora, nem essa ilusão existe mais...
É, dói.
E o pior é que ainda preciso lutar para não alimentar mágoa por tudo o que você fez e disse. Pois sei bem que a mágoa que eu cultivar fará mal única e exclusivamente a mim, enquanto você não estará "nem aí". Como sempre, aliás...
Quem sabe um dia você aprenderá que o mundo não gira ao redor do seu umbigo?
Mas, por enquanto, dói.
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