Uma amiga minha publicou este texto na página dela no Facebook. Não sei quem é o autor, mas, apesar de ser um texto longo, vale a pena ser lido. Aliás, vale a pena ser lido várias vezes, para ver se aprendemos... hehe
Um dos maiores equívocos que tenho visto ser cometido por muitas mulheres é a urgência em oficializar a relação, e com isso tentar maiores garantias do quanto é amada e se sentir segura no novo vínculo. Acontece que essa urgência pode se tornar inimiga do casal uma vez que ela atropela etapas fundamentais que garantem a solidez do relacionamento.
Inúmeras são as mulheres que se queixam dos ...homens que fogem quando elas se declaram, que se distanciam quando elas tentam a todo custo se aproximar ou que rompem quando elas estavam apaixonadas. Não compreendem o que aconteceu já que tudo parecia ir tão bem, não percebem sua parcela de contribuição para o desfecho inesperado.
Chegam e-mails de moças que se consideram românticas e se surpreendem quando, ao demonstrar o que sentem, os homens finalizam a relação. Quando escrevem o que fazem fica bastante claro que não são verdadeiramente românticas como imaginam e sim, muitas vezes, invasivas, inseguras ou controladoras. Tentam a todo modo, ainda que não percebam suas atitudes, um espaço certo e seguro na vida do companheiro e se tornam consequentemente desinteressantes de se ter ao lado.
É preciso fazer uma volta ao passado e relembrar como acontece esse aspecto das relações desde o momento em que se nasce até a vida adulta.
Num primeiro momento (tudo correndo bem) os pais receberão seu desejado bebê e abrirão naturalmente para ele um espaço enorme em suas vidas, essa será a primeira experiência de entrar na vida de alguém, uma vivência de bastante onipotência.
Mais adiante, já tendo se tornado um ser de certa autonomia e vivendo no mundo com a percepção de que existe o EU e o OUTRO, cada um com sua própria personalidade e características, uma outra experiência acontecerá, que será a de troca, empatia, aceitação de diferenças e um ensaio de como deixar que entrem em sua vida, assim como conseguir entrar no mundo de uma outra pessoa.
À medida que esse sujeito cresce a dinâmica das relações se torna ainda mais complexa e novos fatores passam a interferir nesse processo. Estar na vida do outro será cada vez mais uma conquista e não algo já esperado, é uma conquista dentro de uma relação.
Muitas pessoas pararam na sua onipotência infantil e sem que percebam reproduzem essa primeira experiência assumindo que deverão ser aceitas e bem vindas facilmente sempre que assim considerarem correto. Não percebem que do lado de fora existe uma outra pessoa, com sentimentos próprios e com limites demarcados e que abrirá suas portas quando e se desejar. De nada adianta insistir para pertencer ao mundo do companheiro se ele mesmo não tiver esse desejo, se não for uma vontade mútua e se não souberem respeitar os limites entre a dupla.
Tanto uma mulher quanto um homem precisam entender que a entrada no mundo um do outro é um processo natural e espontâneo que não acontece com base na insistência. Dessa forma, o que se conquista é o distanciamento e a falta de interesse.
Alguém para ser interessante precisa saber seus limites, respeitar os do outro, se valorizar, ser cuidadoso, não invadir, abrir mão da tentativa de controlar o que o outro sente, transmitir segurança na própria vida, se apresentar como um ser à parte que deseja coexistir, ou seja existir na troca, em parceria e não fazendo do mundo do outro uma casa onde será acolhido e cuidado.
O espaço na vida de alguém é uma conquista e muitas vezes o mais óbvio e simples é o mais difícil de ser feito, como nesse caso onde é fundamental que se tenha uma clara percepção de que existe o OUTRO e não apenas alguém que será como você quer e espera (e vice-versa) e não apenas o seu desejo para ser atendido.
Fundamental que se deixe de lado a onipotência que faz o funcionamento infantil e que se assuma uma postura adulta de respeito e troca. O espaço virá no momento em que conseguirem encontrar ou construir uma relação onde os dois lados possam ser vistos, considerados e respeitados.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011
Socorro
http://www.youtube.com/watch?v=rjZfK4htwag
Socorro!
Não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir...
Não estou sentindo nada
Nem medo, nem calor, nem fogo
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena, qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena, qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Socorro!
Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada...
Alguma rua que me dê sentido
Em qualquer cruzamento
Acostamento, encruzilhada
Socorro! Eu já não sinto nada...
Socorro!
Não estou sentindo nada [nada]
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir...
Não estou sentindo nada [nada]
Nem medo, nem calor, nem fogo
Nem vontade de chorar
Nem de rir...
Socorro!
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Eu Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Alguma alma mesmo que penada
Me empreste suas penas
Eu Já não sinto amor, nem dor
Já não sinto nada...
Socorro!
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate
Nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
Alguém me dê um coração
Que esse já não bate
Nem apanha
Por favor!
Uma emoção pequena qualquer coisa!
Qualquer coisa que se sinta...
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva
Qualquer coisa que se sinta
Tem tantos sentimentos
Deve ter algum que sirva...
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