É. Eu sou uma idiota mesmo.
Sinceramente, pensei que você fosse telefonar, dizer que eu estava sendo muito radical (eu costumo mesmo ser muito radical), que eu não devia chutar o balde, que você estava sim caminhando em um ritmo mais lento que o meu, mas que tinha vontade de me alcançar um dia.
Por que será que eu insisto em me iludir?
Você vivia repetindo que não queria que eu sentisse raiva de você. Não se preocupe, não sinto raiva de você. Sinto raiva de mim, por ser tão burra... Por esperar muito de alguém que nunca me prometeu nada.
E o telefone não tocou, não chegou nenhum torpedo, nenhum e-mail, nada. Só eu mesma para achar que isso seria possível.
É. Eu sou uma idiota mesmo...
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