Somos. Graças a Deus.
Vários são os apelidos que nos foram dados.
Vários são os apelidos que nos foram dados.
Se somos patéticos? Com certeza. Posto que somos completamente
abobalhados com o nosso time. Só de pensar que ele existe, ficamos assim,
derretidos, completamente abestalhados, entregues aos seus pés.
Dizem que somos da cachorrada. Confessamos: somos mesmo. Fazemos parte de uma matilha de cães de guarda que sabem
proteger o seu clube. Ficamos ali, de vigia, prontos para atacar quem ousa nos ameaçar. E é bom registrar que só andamos em bando. Uma verdadeira matilha que tutela o seu clube de coração e por ele é capaz não só de ladrar, mas principalmente de morder de tal forma que será difícil desentranhar nossos dentes quando cravados na proteção do nosso dono.
Também dizem por aí que somos galinhas. Somos mesmo. Sabemos colocar nossos jogadores debaixo de nossas asas e deles cuidar como qualquer mãe faz com seus filhotes. Vamos a campo e torcemos com vontade e amor cumprindo nosso papel de guardiães da ninhada que muito nos orgulha.
Nos chamam de flanelinha. Pensando bem, o somos. Somos capazes reservar vagas em nossas agendas só para ver o nosso time jogar. Acompanhá-lo em todos os seus jogos, em seus altos e baixos.
Outros vão dizer que somos fanáticos. Somos também. Somos tão fanáticos que conseguimos lotar dois estádios ao mesmo tempo para acompanhar o nosso time e dá-lhe apoio incondicional em seu momento mais difícil. Coisa que só quem é realmente fanático e apaixonado sabe fazer.
Monotítulo? Também somos. Ostentamos o maior título que um cidadão pode ter: o de ser atleticano. Todos os outros não importam. Ser atleticano já basta. Esse título muito nos orgulha e nos deixa em estado de êxtase absoluto. Coisa que só é possível de compreender se se tem paixão e amor plenos.
Agora, decidiram dizer que somos chorões. Somos mesmo. Choramos com o Galo. Nas derrotas, nas vitórias, nas jogadas fantásticas de nossos ídolos. Choramos de alegria. Choramos de tristeza e até de raiva posto que não nos curvamos às injustiças tantas vezes cometidas com o nosso clube. E, só é capaz de chorar quem verdadeiramente é capaz de amar. E amamos o nosso time. Temos Galo. Na veia. No coração. Nas artérias. Na alma.
Dizem que somos da cachorrada. Confessamos: somos mesmo. Fazemos parte de uma matilha de cães de guarda que sabem
proteger o seu clube. Ficamos ali, de vigia, prontos para atacar quem ousa nos ameaçar. E é bom registrar que só andamos em bando. Uma verdadeira matilha que tutela o seu clube de coração e por ele é capaz não só de ladrar, mas principalmente de morder de tal forma que será difícil desentranhar nossos dentes quando cravados na proteção do nosso dono.
Também dizem por aí que somos galinhas. Somos mesmo. Sabemos colocar nossos jogadores debaixo de nossas asas e deles cuidar como qualquer mãe faz com seus filhotes. Vamos a campo e torcemos com vontade e amor cumprindo nosso papel de guardiães da ninhada que muito nos orgulha.
Nos chamam de flanelinha. Pensando bem, o somos. Somos capazes reservar vagas em nossas agendas só para ver o nosso time jogar. Acompanhá-lo em todos os seus jogos, em seus altos e baixos.
Outros vão dizer que somos fanáticos. Somos também. Somos tão fanáticos que conseguimos lotar dois estádios ao mesmo tempo para acompanhar o nosso time e dá-lhe apoio incondicional em seu momento mais difícil. Coisa que só quem é realmente fanático e apaixonado sabe fazer.
Monotítulo? Também somos. Ostentamos o maior título que um cidadão pode ter: o de ser atleticano. Todos os outros não importam. Ser atleticano já basta. Esse título muito nos orgulha e nos deixa em estado de êxtase absoluto. Coisa que só é possível de compreender se se tem paixão e amor plenos.
Agora, decidiram dizer que somos chorões. Somos mesmo. Choramos com o Galo. Nas derrotas, nas vitórias, nas jogadas fantásticas de nossos ídolos. Choramos de alegria. Choramos de tristeza e até de raiva posto que não nos curvamos às injustiças tantas vezes cometidas com o nosso clube. E, só é capaz de chorar quem verdadeiramente é capaz de amar. E amamos o nosso time. Temos Galo. Na veia. No coração. Nas artérias. Na alma.
E podem nos atribuir qualquer apelido. Daremos a ele o sentido alvinegro. Mas, em meio a tantas alcunhas, é bom que fique claro que temos nome e sobrenome. No meu caso, Ana Amélia Cardoso Clube Atlético Mineiro.
(Texto de Maria Celina Coelho)

Sem comentários:
Enviar um comentário