A voz do povo diz que "pai não é quem faz, pai é quem cria".
Considerando as minhas últimas experiências, posso acrescentar que "pai é quem cuida".
Em agosto de 2009, aos 29 anos, eu não sabia ainda o que era realmente ter um pai. O meu progenitor, aquele que me doou metade dos genes que deram origem à minha vida, nunca foi um pai de verdade. Ele nunca se importou com a minha saúde, com a minha felicidade, com os meus problemas, com a minha vida, enfim. Ele passou anos longe de mim e das minhas irmãs, e, quando eu já estava adulta, quase formada na universidade, ele resolveu nos procurar. Durante muitos anos carreguei mágoa em relação a ele, mas hoje ele simplesmente não me faz mais falta.
E, felizmente, encontrei um "pai postiço" que me dá atenção, cuida de mim, me dá bons conselhos, compartilha a sua vida comigo. É muito bom saber que tenho alguém com quem contar, especialmente morando longe da minha família que está em MG...
Velho Lobo, obrigada pelo seu carinho, pela sua atenção, pela sua presença. Obrigada por ter adotado essa mineirinha como se fosse realmente sua filha!!!
Sem comentários:
Enviar um comentário